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Paróquia do Santíssimo Sacramento e Sant’Ana

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SATÍSSIMO SACRAMENTO E SANT’ANA

A Igreja foi a primeira obra do tipo realmente brasileira por aqui – foi concebida por um mestre brasileiro, o pintor baiano Franco Velasco. Localizada no Centro Histórico da cidade, deu abrigo pela Independência do Brasil na Bahia, ocorrida em 1823.Lá, também, estão os restos mortais de Maria Quitéria, heroína baiana da Independência, e do Padre Roma, que veio à Bahia como embaixador da Revolução Pernambucana de 1817. Além disso, foi lá que Irmã Dulce recebeu o chamado para a sua vocação.

O templo foi concebido no estilo barroco, mas remodelado para o estilo neoclássico ainda no século XIX. Do Barroco, pouco restou: apenas detalhes das escadarias. “O Barroco era considerado o estilo da colônia e o Neoclássico, do Império”, explica o restaurador responsável pela recuperação, José Dirson Argolo.

A devoção aos pais de Maria é muito antiga no Oriente, onde foram cultuados desde os primeiros séculos de nossa era, atingindo sua plenitude no século VI. Já no ocidente, o culto de Santana remonta ao século VIII, quando, no ano de 710, suas relíquias foram levadas da Terra Santa para Constantinopla, donde foram distribuídas para muitas igrejas do ocidente, estando a maior delas na igreja de Sant’Ana, em Düren, Renânia, Alemanha.

Seu culto foi tornando-se muito popular na Idade Média, especialmente na Alemanha e, em 1378, o Papa Urbano IV oficializou seu culto. Em 1584, o Papa Gregório XIII fixou a data da festa de Sant’Ana em 26 de Julho, e o Papa Leão XIII a estendeu para toda a Igreja, em 1879. Em França, o culto da Mãe de Maria teve um impulso extraordinário depois das aparições da santa em Auray, em 1623.

Tendo sido São Joaquim comemorado, inicialmente, em dia diverso ao de Sant’Ana, o Papa Paulo VI associou num único dia, 26 de julho, a celebração dos pais de Maria, mãe de Jesus.

Nas religiões afro-brasileiras a orixá Nanã Buruque é sincretizada como Sant´Anna, a deusa da chuva e águas barrentas ou águas de lagos parados. Orixá mais velha, dotada de maturidade, sabedoria, serenidade. Sua cor é a violeta, cor da transmutação e transformação.

Horário das missas:

– Terça e quinta, às 8h

– Sábado, às 17h30

– Domingo, às 8h

– 1ª sexta-feira do mês, às 7h (Missa do Coração de Jesus)

Dia do Padroeira: 26 de julho

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